sábado, 24 de maio de 2008

Subir a camisa, baixar as calças e depois...

Este governo de tão emulado à política do tio SAM já não dá que pensar... dá náusea, vómito, diarreia aguda e, finalmente, anda a pedir ciprofloxacina - dose para cavalo.
Então não é que depois de tanto negar a passagem de voos da CIA para Guantanamo por território açoriano... que não sr., que nunca existiram.. que era maldade comunista..., vem agora com as calças na mão e pó de rouge na bochecha, dizer que não sr., não sabiam o que transportavam os aviões militares, porque são militares não podem ser controlados quando estacionam em território nacional, etc? Cabe perguntar:
- Por serem aviões militares, podem transportar tudo? Droga, armamento, "prisioneiros de uma guerra" que a mente Cervantista dos USA trava contra moinhos de vento, produtos tóxicos, produtos de guerra químico-bacteriológica, material nuclear, e tudo o que mais que seja imaginado útil para a paranóia dominadora do grande USatam?
- Que credibilidade merece um governo em que o seu "little boss" cujo governo implementou a lei anti-tabágica, fuma num voo da transportadora aérea nacional, acompanhado pelo seu "boy" da economia e, ao que soi, outros "boys in the band", fretado a expensas do erário público, num voo de Estado, põe um ar de puto "inocente marginal" e diz que não sabia que estava a violar a Lei?
- Será que este "pequeno boss" tem algum respeito pelos que o elegeram ou pensa que os que o elegeram e lhe aguentam os desmandos merecem tudo o que le faz e muito pior?
- Conserva ao seu serviço violadores da Lei, o sr. Nunes da Asae, as empresas que defraudam o erário público e não cumprem os contratos com o Estado, para logo depois, re-contratá-las, os deputados inocentes que são: deputados, porta-voz, provedor das empresas de serviço temporário, e o que mais se virá a saber...?

Vem por último, através de um dos "boys adjuntos" afirmar que o governo não precisa de lições de ninguém sobre o cumprimento dos direitos humanos, será que as desumanidades praticadas por um governo que inviabiliza o emprego, incentiva e pratica, abusando dos recibos verdes, tem 80% dos pensionistas com reformas de miséria, deixa morrer portugueses por falta de assistência médica atempada, por transporte médico atempado, e tantos mais paternais miminhos acha que fora do governo já não há seres humanos? Seremos todos camelos a sul do governo? Seremos todos considerados animais? O que pensar dum governo cuja acção se reflecte em nós portugueses, prima fácie, e depois, já nos relatórios internacionais, e afirma que não tem que receber ensinamentos de ninguém sobre o cumprimento de Direitos Humanos ou, simplesmente, entre as muitas coisas que tem perdido e nos tem feito perder, também perdeu a capacidade de aprender?

Snrs membros deste governo façam-nos um favor, vão dar aulas??? ou pelo menos vão aprender a governar - porque a governarem-se é o que se vê - matriculando-se em escolaridade apropriada. A leitura de Macchiaveli, que pensam que fizeram, com laude, ouviram de um áudio-livro emprestado pela Biblioteca do Congresso e traduzido "à voile d´oiseau".

A vossa prosa fede! A falta de consciência exorbita! O carácter carece! A autoridade desmanda! Não vos conhecemos Direito de Representação.

O que fazem aqui? Baaaaazzzzzeeeeemmmmm!!!!!

sexta-feira, 7 de março de 2008

A prática da governação pode ser contra os governados?

Quem governo é este em que os governados não conseguem sensibilizar os governantes para a prática do mais elementar bom senso? A governação parece estar reduzida a um triste "espectáculo circense" que parece esforçar-se para fazer tantas mais asneiras quanto menos aplausos recebe da geral!... Parece que quanto menos "bilhetes se vendem", e quanto menos espectadores apreciam a pantomina, mais candidatos a artistas aparecem. As rábulas parodiam números, quantidades, promessas e esquecem as pessoas... as promessas... bem já nem falamos de promessas! Os desmentidos? Mentem e desmentem a mentira, mas o espectáculo tem que continuar. Alguns dos "artistas" já fazem promessas e anunciam performances para a próxima "temporada de governação" e fingem acreditar naquilo que dizem... porque se dizem sem acreditar, então, resta-nos a pergunta Samuel Beckett: "que país é este em que os idiotas conduzem os cegos?"

segunda-feira, 3 de março de 2008

à mulher de César não basta ser séria...

Falando de seriedade, rigor, exigência, três qualidades que o Professor Emérito Manuel Antunes possuía, bastamente, levam-me a perguntar quem enviou para a imprensa de grande audiência - 700.000 mil leitores/dia, segundo a administração - um anúncio sobre uma Curso de Licenciatura em Ciências da Cultura no Instituto Europeu de Ciências da Cultura P. Manuel Henriques? Fiquei pasmado e perguntei-me ainda há cerca de um mês o Instituto ostentava o nome do Padre Manuel Antunes... será que terão "saneado" o patrono, substituindo-o por P. Manuel Henriques? Se assim for, livre-me o "Karma puro" do Prof. Manuel Antunes de tal Licenciatura em semelhante Instituto. Vade retro!
No dia da apresentação do Instituto, no Largo das Portas do Sol, senti-me deslocado num ambiente de "novo riquismo" com recepcionistas, segurança, passadeira vermelha que me indicaram "não pisasse, poupando o por favor!"; fatiotas de exibir no Casino ou na Passerelle", sorrisos de circunstância, mas o ambiente era glacial. Os membros do "praesidum" falavam entre si, as recepcionistas olhavam com uma "sobranceria profisionalizuda", trocando olhares clânicos e de situação espraiando olhares profissionais, talvez, em busca de "intrusos", foi isto que senti. Hoje, ao ler este dislate ocorreu-me pergungtar por onde pairaria naquela sala o "espírito de humildade, modéstia e de solicitude" do Padre Manuel Antunes? Quem o teria "embutido" ali e com que finalidade e objectivo?
Um Instituto que trabalha desta maneira, ignorando ou desbaratando a responsabilidade que tem na preservação da imagem do seu patrono... ora, minhas encomendas... se não patenteia a seriedade, a exigência e o rigor do seu patrono, então, repensem se vale a pena destratarem-no desta maneira